Rob Rombout

Nasceu em Amesterdão em 1953 e cresceu na região do Zaan. Vive e trabalha em Bruxelas desde 1975 e hoje também em Lisboa. Trabalha em neerlandês, francês e inglês.
Ensinou realização documental na Sint-Lukas, hoje LUCA School of Arts, em Bruxelas, de 1988 a 2018, e é cofundador do DocNomads, o mestrado internacional em cinema documental.
Pode ser convidado para sessões com conversa, masterclasses, workshops, júris e exposições.
Reconhecimento
- 1988Grande prémio do Festival de Montbéliard para Entre deux tours
- 1994Retrospetiva e workshop, Videobrasil, São Paulo
- 2012Estreia mundial de Amsterdam Stories USA no IDFA, Amesterdão
- 2013Prémio do Público, IndieLisboa, para Amsterdam Stories USA
- 2016Retrospetiva integral, Guimarães
- 2022Focus Rob Rombout, Estrasburgo, e a monografia de Marc-Emmanuel Mélon, La mise en scène du réel
- 2025Retrospetiva e exposição, Cinemateca Portuguesa, Lisboa
Imprensa
«He waits until a pose disappears, until your jaw relaxes.»
«documenteur du monde»
Cronologia
1953–1978
Do Zaanstreek à escola de cinema
Nasce em Amesterdão a 8 de julho de 1953 e cresce em Zaandam. Muda-se para Bruxelas em 1975 e estuda cinema no RITCS; o seu filme de estudante é de 1978.
c. 1979–1987
Televisão comunitária em Liège
Realiza e monta para a Canal Emploi, uma televisão feita com e para trabalhadores desempregados em Liège. Entre os convidados de verão estão Johan van der Keuken e Jean-Louis Comolli.
1987
A viragem para a forma
Entre deux tours deixa para trás o cinema direto e abre o seu trabalho à linguagem da videoarte.
1988–
O professor
Ensina realização no Sint-Lukas, mais tarde LUCA, de 1988 a 2018; membro fundador do mestrado DocNomads e seu diretor de curso em Bruxelas, de 2012 a 2019; dez anos de sessões na escola de cinema de Hanói; workshops de Beirute a Praga, São Paulo e Lisboa.
1990–1994
Mundos fechados em movimento
Um comboio para Moscovo, o último paquete transatlântico, uma plataforma petrolífera com oitenta e cinco homens e uma mulher.
1995–2004
Ilhas e extremos
Os Açores, um festival nos Urais a vinte e cinco graus negativos, os gatos selvagens das Kerguelen, Cantão com Robert Cahen, oito compartimentos de comboio na Alsácia, a construção do Queen Mary 2.
1997–2012
Seguir um nome
Com Rogier van Eck, os lugares que têm o nome Amsterdam: duas ilhas nos confins da Terra e depois quinze cidades americanas.
2010–2021
A China e o juiz Dee
Um retrato do diplomata e sinólogo neerlandês Robert van Gulik, filmado em três continentes e exibido por toda a China.
2015–
Retratos e retrospetivas
Fotografias expostas em Bruxelas, Porto, Brisbane, Liège, Paris, Lisboa e Bredevoort. Uma monografia em 2022, um fotolivro em 2024, retrospetivas em Estrasburgo e Lisboa. Um novo filme, VideoVeterans, em 2026.